Em pleno lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027, no Palácio do Planalto, o presidente Lula voltou ao tema que já virou piada nacional: os 4 milhões de famílias brasileiras sem vaso sanitário. Com o chapéu característico e o tom de quem descobre o problema agora, ele questionou “que tipo de governantes nós somos?”, criticou prefeitos e governadores, contou sua infância de necessidades no mato e buraco no chão, e pediu que o povo denuncie falta de água, esgoto e luz para o governo “atuar”.
Dois anos depois do anúncio inicial do programa de banheiros (novembro de 2024), o número mágico continua o mesmo: 4 milhões. A “decência” prometida ainda não chegou. É o cúmulo da gestão que transforma o básico em bandeira eterna de governo.
Ironia que fede: o governo que gera tanta merda agora quer vaso para todos.
Lula parece admitir, sem querer, o óbvio: seu governo produz tanta porcaria, promessas recicladas e dependência que o povo mal tem “onde colocar” tanta merda. Anunciar, mais uma vez, preocupação com privada enquanto o país patina em desemprego, inflação disfarçada, violência e educação precária é o retrato perfeito da prioridade invertida.
Ele sabe o que é “fazer necessidade atrás da moita” até os 7 anos. Ótimo que tenha superado. O problema é querer eternizar milhões nessa realidade, como se o papel do Estado fosse distribuir privadas e não criar condições para o cidadão comprar, reformar e progredir sozinho. O pobre não quer ser eterno beneficiário de “linha de crédito para privada”. Quer emprego, capacitação, renda digna e dignidade que vem do mérito, não de programa social.
Enquanto isso, o Brasil uma das maiores economias do planeta segue carregando vergonhas sanitárias que países sérios resolveram há décadas. E o PT transforma isso em discurso emocionado, como se fosse descoberta de 2026, não falha acumulada.
Acorda, povo de bem!
Este não é um problema de “falta de recursos”. É de prioridade, gestão e visão. Em vez de focar em projetos que coloquem o pobre no mercado de trabalho, gerem independência e valorizem o esforço, o governo insiste na lógica da sobrevivência assistida: mais um programa, mais uma linha de crédito, mais uma denúncia para o Planalto resolver.
O povo brasileiro merece mais. Merece ser tratado como cidadão capaz, não como eterno sobrevivente de benefício. Merece falar de futuro crescimento econômico real, desburocratização, educação técnica de qualidade, segurança e oportunidades e não de vaso sanitário como grande conquista de governo.
Chega dessa palhaçada que envergonha o Brasil no exterior. Chega de transformar o básico em propaganda enquanto o essencial (liberdade econômica, redução do Estado inchado e valorização do trabalho) é sabotado.
Nossa bandeira não é vermelha. É verde, amarela, azul e branca, com muito orgulho!
Povo de bem, que quer um Brasil grande, respeitado e próspero: o poder está nas suas mãos. Acorda. Cobramos mudança. Não dá mais para aceitar que, em 2026, o presidente ainda use o mesmo discurso de privação como justificativa para mais do mesmo.
Basta de piada pronta. Vamos construir um Brasil de grandeza real.





